Projeto apresentado pelo CONACIN prevê o uso de sensores de volume e recursos de controle para apoiar o monitoramento dos resíduos e o planejamento dos serviços municipais.
A gestão dos pontos de descarte exige acompanhamento constante das equipes responsáveis. Sem informações atualizadas, recipientes podem atingir sua capacidade antes do recolhimento programado, causando acúmulo de materiais e aumentando a necessidade de atendimentos emergenciais.
Para auxiliar os municípios nesse trabalho, o CONACIN apresenta o projeto Ecopontos Inteligentes. A iniciativa prevê a utilização de sensores de volume e o controle de resíduos urbanos por meio de informações organizadas para a gestão municipal.
Os sensores podem indicar o nível de ocupação dos pontos monitorados, permitindo que as equipes identifiquem quais locais precisam de atendimento prioritário. Dessa forma, o recolhimento pode ser planejado de acordo com a demanda observada em cada região.
Com os dados reunidos ao longo do tempo, também se torna possível identificar locais com maior utilização, avaliar a frequência necessária de coleta e orientar a distribuição dos equipamentos. Essas informações podem contribuir para rotinas mais organizadas e para o melhor aproveitamento dos recursos disponíveis.
A proposta favorece ainda a integração entre os setores de meio ambiente, limpeza pública e serviços urbanos. O compartilhamento das informações facilita o acompanhamento das demandas e apoia decisões relacionadas à manutenção e à operação dos ecopontos.
A implantação pode ser realizada gradualmente, considerando a estrutura existente, os tipos de resíduos recebidos, as rotinas das equipes e as necessidades específicas de cada município.
O Ecopontos Inteligentes integra o conjunto de projetos apresentados pelo CONACIN para estimular a sustentabilidade, modernizar a gestão pública e apoiar serviços urbanos mais eficientes.


